domingo, 5 de janeiro de 2014

MINÉRIO

WILLEMITA
Silicato de zinco. Zn2(SiO4). Sistema cristalino: hexagonal. Porcentagem: 73,0% ZnO + 27,0% SiO2. Usualmente maciça a granular. Raramente em cristais. Dureza: 5,5. Densidade: 3,9 a 4,2. Brilho: vítreo, resinoso a submetálico. Cor: amarelo-esverdeado, avermelhado, castanho e branco. Diafaneidade: translúcida a opaco. Fratura: irregular a concoidal. Clivagem: boa. Morfologia: cristais prismáticos a tabulares, agregados radiais, granular. Ponto de fusão: 419,5°C. As impurezas contidas mais comuns são: manganês, ferro, chumbo, cádmio e alumínio. Os principais minerais são: blenda, esmitsonita, franklinita, calamita, zincita e espinélios. O zinco é encontrado na natureza principalmente sob a forma de sulfetos, associado ao chumbo, cobre, prata e ferro (galena, calcopirita, argentita e pirita). Todavia a Willemita não segue esta tendência, sendo o zinco encontrado na estrutura do silicato. No Brasil, a willemita ocorre apenas em Vazante - Minas Gerais, no noroeste mineiro. Seu nome é devido ao rei William I da Holanda. Há ocorrencia de zinco em Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Pará e Goiás. Os principais produtores mundiais são: China, Perú, Austrália, Índia, Estados Unidos e Canadá. Amostra extraída em Vazante – Minas Gerais, foi doada pela Empresa Mínero-Metalúrgica Votorantim Metais.

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