quarta-feira, 3 de junho de 2015

MINÉRIO

ACANTITA

Sulfeto de prata. Ag2S. Sistema cristalino: monoclínico. A acantita é um polimorfo da argentita, ou seja, é o mesmo mineral de prata. A mesma fórmula química, porém, foram cristalizados em temperaturas diferentes. A acantita se cristaliza em ambiente inferior a 179°C e a argentita acima desta temperatura de 179°C. Descrito em 1.855. Etimologia: seu nome deriva do grego “akantha”, significando espinho, referindo as formas características dos cristais. Porcentagem química: Ag 87,06% + S 12,94%. Cor: cinza de chumbo, prateado e preto. Rastro: risco preto brilhante. Dureza: 2,5. Densidade: 7,4. Fratura: sub-concoidal. Clivagem: indistinta. Tenacidade: séctil. Diafaneidade: opaco. Gênese: se apresenta em jazimentos hidrotermais de baixa temperatura, em veios de sulfetos e com outros minerais de prata. Pode coexistir com o chumbo e o ouro. Característica: um importante mineral de prata. Usos: em componentes eletrônicos, amálgamas dentárias, espelhos, filmes fotográficos, radiografias de raios X, colírios e na joalheria. Há indícios que a prata já era manuseada 3.000 anos a.C. na Grécia e Turquia. É um dos minérios citados na Bíblia, no Antigo Testamento (crônicas 20, 21 e 24). O revestimento superficial (verde) é de malaquita. As duas fotos são da mesma rocha só que fotografadas em focos diferentes.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MINERAL

CINÁBRIO
Sulfêto de mercúrio. HgS. Sistema cristalino: hexagonal-trigonal. Usualmente, agregados compactos, maciços, finamente granular, terroso, granulosos ou lisos. Brilho: quando puro, a cor é vermelhão-vermelho adamantino, quando impuro, chega a ser terroso, fosco, de um vermelho-pardacento. Dureza: 2 a 2,5. Densidade: 8,2. Cor: vermelha a pardacenta, cinzenta. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular, estilhaçada. Fusibilidade: infusível. Diafaneidade: transparente a translúcido. Aspecto diagnóstico: reconhecido pela sua cor vermelha e traço escarlate, alta densidade relativa. Composição: Hg 86,2% + S 13,8%. Ocorrência. O cinábrio é o mais importante minério de mercúrio, encontrando-se, no entanto, em quantidade, em relativamente poucas localidades. Ocorre: em gotas de mercúrio nativo, de brilho metálico muito brilhante de cor branco de prata. Em impregnações e enchimentos de veios perto de rochas vulcânicas recentes e em fontes termais, depositado próximo da superfície, provindo de soluções que eram, provavelmente, alcalinas. A temperatura normal, o mercúrio é um líquido, mas a menos 40ºC solidifica-se. O ferro flutua sobre o mercúrio. Origem: rochas ígneas, sedimentares, depósitos hidrotermais e em veios ligados a rochas vulcânicas. Associação: com realgar, pirita, marcassita, estibnita, sulfetos de cobre e outros minerais. Usos: amalgamação para a recuperação do ouro, termômetros, barômetros, pilha de mercúrio, etc. O nome, mercúrio, supõe-se, originário da Índia.

sábado, 30 de maio de 2015

MINÉRIO

SCHEELITA
Tungstato de cálcio. CaWO4. Sistema cristalino: tetragonal, bipiramidal. Junto com a wolframita, são as maiores fontes para a obtenção de tungstênio. Composição química: CaO 19,4% + WO3 80,6%. Aspectos diagnósticos: reconhece-se a scheelita por sua elevada densidade relativa e sua forma cristalina. Quando límpida pode ser lapidada, resultando em gemas com intenso brilho adamantino, devido ao seu elevado índice de refração. Luminiscência: sob a luz ultravioleta, a scheelita reage exibindo uma tonalidade azulada intensa, propriedade usada na sua prospecção, feitas em galerias subterrâneas, ou à noite em mina a céu aberto. Diafaneidade: transparente a opaco. Hábito: cristais prismáticos, maclas, maciços, granulares e colunares. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular a concoidal. Traço: branco. Dureza: 4,5 a 5. Densidade: 6,2. Brilho: vítreo, adamantino e ceroso. Cores: cristal branco, acinzentado, alaranjado, amarelado, castanho, verde e vermelho. Fusibilidade: 4.500°C. Origem: rochas ígneas e metamórficas, em veios hidrotermais e pegmatitos graníticos. Em honra ao seu descobridor em 1781, o químico sueco K.W. Scheeler (1742-1786), que isolou o elemento tungstênio na scheelita. Usos: filamentos de lâmpadas, metal de endurecimento do aço, ferramentas de corte, brocas para perfurações, materiais abrasivos, contatos elétricos para fornos de altas temperaturas, equipamentos de raios X, pontas de canetas esferográficas, projéteis, canhões, metralhadoras, motores de foguetes, turbinas de aviões e revestimentos de mísseis. Um mineral metálico, não ferroso, de alta densidade e boa condutibilidade elétrica. A principal utilidade é, sem dúvida, a extraordinária capacidade do tungstênio em converter a corrente elétrica em luz. A amostra acima foi extraída no município de Currais Novos – Rio Grande do Norte e doada pela mineradora, Mineração Tomaz Salustino.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

FÓSSIL

NUMMULITES

Nummulite é um gênero de foraminíferos bentônicos extintos: Família Nummulitóidea, Subordem Rotalina. Nummulite possui uma forma lenticular ou de lentilha fóssil, caracterizada por várias bobinas, subdividida por septos em câmaras. Eles são as conchas dos fósseis e dos atuais protozoários marinhos. Nummulites comumente tinham de 1,3 cm a 6 cm de diâmetro. Eram comuns do Eoceno ao Mioceno (em rochas do Cenozóico antigo – Mar de Tétis) em rochas marinhas, particularmente ao redor do sudoeste da Ásia e do Mediterrâneo, os chamados calcários Eoceno do Egito. São valiosas por indicar os tempos geológicos, chamadas de rochas índice ou de guias. Este calcário nummulite amarelado (quase rocha marmórea) foi utilizada na construção dos monumentos antigos dos egípcios, tais como as pirâmides. Foto superior: lado polido ampliado e a de baixo só serrada. Peça de 15 x 15 cm, adquirida no Cairo – Egito.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

MINERAL

DATOLITA
Silicato hidratado de cálcio e boro. CaBSiO4(OH). Sistema cristalino: monocrínico-prismático. Cor: branco, incolor, acinzentado, amarelado, esverdeado. Rastro: branco. Brilho: vítreo a baço. Diafaneidade: transparente, translúcido a opaco. Dureza: 5 a 5,5. Densidade: 3,1. Fratura: irregular a concoidal. Clivagem: nenhuma. Morfologia: cristais prismáticos, tabulares, nódulos e granulares. Classe mineral: silicatos. Tenacidade: quebradiço. Luminiscência: fluorescente. Ocorrência: em rochas ígneas, metamórficas e depósitos hidrotermais, e, ocasionalmente, nos veios de minérios. Pode ser encontrado como um mineral secundário em enchimento nos serpentinitos e em derrames de lava basálticas antigas. Encontra-se muita da vezes associados com os minerais zeólitos, calcita e prehnita. É encontrado em todo o mundo. Datolita foi descoberta em 1806 pelo norueguês Jens Esmark. Datolita quer dizer, pedra que “separa-divide”, do grego “dateisthai” – dividir, e, “lithos” para pedra.

domingo, 17 de maio de 2015

MINERAL

BARITA
Sulfato de bário. BaSO4. Cristalografia: ortorrômbico – bipiramidal rômbica. É o mais comum dos minerais de bário. Hábito: tabular, prismático, fibroso, lamelar, granular e estalactítico. Clivagem: perfeita. Fratura: desigual e irregular. Brilho: vítreo a resinoso. Dureza: 3 a 3,5. Densidade: 4,3 a 4,6. Cor: branco, leitoso, creme, azul, vermelho, marron e cinza. Luminicência: fosforescente e fluorescente. Propriedades diagnósticas: insolubilidade em água e em ácidos. Diafaneidade: transparente, translúcido e opaco. Traço: branco. Tenacidade: quebradiço. Propriedades organolépticas: não possui cheiro nem gosto. Fusibilidade: 1002°C. Composição química: Ba 58,84% + S 13,74% + O 27,42%. Origem: rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Associação com outros minerais: fluorita, quartzo, calcita, dolomita e estibnita. Ocorrências: em geral associado a depósitos de chumbo, zinco, cobre, ferro, prata, níquel, cobalto, manganês e outros. Usos: obtenção de hidróxido de bário, o qual é usado em pigmentos, fabricação de papéis, refinação de açúcar, e finamente moída é usada na produção de lama pesada na exploração de gás e petróleo, na medicina como contraste e retentor de radioatividade de raios X. O mineral foi descoberto na Itália, no século XVII. O nome barita vem do grego “barys” que significa pesado. No Brasil os principais jazimentos estão localizados nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais e Paraná. Amostras extraídas no município de Miguel Calmon – Bahia e doadas pela mineradora Química Geral do Nordeste S/A.

terça-feira, 7 de abril de 2015

MINÉRIO

FERBERITA
Um tungstato ferroso. FeWO4. Sistema cristalino: monoclínico, prismático. Membro intermediário entre a wolframita e a hubnerita. Junto com a ferberita, os três minerais são a principal fonte e tungstênio. A presença do ferro em sua estrutura é responsável pela sua cor preta e da opacidade em relação à hubnerita. Ocorrem: nas veias de altas temperaturas hidrotermais, pegmatitos graníticos e em depósitos aluviais. Origem: rochas ígneas e metamórficas. Cor: preto e marrom escuro. Hábito: cristais tabulares, prismáticos e comumente achatados e alongados. Clivagem: perfeito. Fratura: desigual. Tenacidade: quebradiço. Dureza: 4 a 4,5. Densidade: 7,5. Brilho: submetálico para metálico adamantino. Risco: preto a escuro acastanhado. Diafaneidade: opaco. Fusibilidade: resistente à fusão. Em associação com o quartzo, hematita, arsenopirita, fluorita, apatita, siderita, dolomita, cassiterita e calcopirita. Usos: como minério de tungstênio e altamente desejado por colecionadores. Jazimentos na Bolívia, Brasil, Cazaquistão, China, Peru, Portugual, República Checa e Romênia. Descoberto em 1.863, pelo mineralogista alemão Moritz Rudolph Feber.

sábado, 4 de abril de 2015

MINERAL

SAL DE SALAR
É um deserto de sal. Conhecido como Salar de Uyuni. É a maior planície de sal do mundo. Encontra-se no altiplano Boliviano a uma altitude de 3.656 metros de altitude acima do nível do mar. E com uma área de 10.582 Km2. Estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal e também uma das maiores reservas de lítio do mundo, além de conter importantes quantidades de potássio, boro e magnésio. Em sua constituição estão os sais de cloreto, sulfatos, nitratos, boratos, etc. O deserto é composto por aproximadamente 11 camadas com espessuras que variam entre 2 e 10 metros. A profundidade total é estimada em 120 metros. A origem do sal vem provavelmente dos lagos pré-histórico e está relacionada com a imensa quantidade de vulcões no entorno do Salar de Uyuni. Na atualidade este mineral é utilizado pela indústria e na dieta humana. Foto de um pedaço de 20 cm de tamanho.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

MINERAL

DRAVITA
Uma turmalina amarronzada. Borossilicatos de alumínio, cálcio, lítio, sódio, magnésio e ferro. NaMg3Al6(BO3)3Si6O18(OH)4. Sistema cristalino: hexagonal, trigonal, piramidal, ditrigonal. O mineral magnésio é que dá cor marron a esta variedade de turmalina - a dravita. Hábito: prismático, estriado, colunar, acicular ou massa indistinguível de cristais. Fratura: sub-concoidal e irregular. Clivagem: não clivável.  Diafaneidade: transparente a opaco. Brilho: lustroso, vítreo a resinoso. Dureza: 7 a 7,5. Densidade: 2,9 a 3,2. Cor: marron-amarelado de claro a escuro. Fusibilidade: a fusibilidade manifesta conforme a composição mineral, na dravita é de 1.085°C. Risco. branco ou incolor. Porcentagem química: Na2O 3,23% + MgO 12,61% + Al2O3 31,90% + SiO2 37,60% + B2O3 10,89% +H2O 3,76. Origem: magmática, nos jazimentos de micaxistos e nos pegmatitos graníticos. O nome turmalina origina do cingalês, toramalli. Já dravita vem da região do rio Drava (Eslovênia) onde foi primeiramente descoberta em 1.883. Ocorrências: Bahia, Goiás e Minas Gerais.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

MINÉRIO

LIMONITA

Óxido de ferro hidratado (ferro pardo), sem estrutura cristalina interna, amorfo. Fe(OH)3nH2O. Sistema cristalino: ortorrômbico. A limonita não é um mineral, mas uma mistura de diversos óxidos de ferro, entre os quais a goethita e a lepidocrocita. Por esta razão a limonita é considerada uma rocha. A limonita é uma rocha secundária que se forma por alteração de outros minerais preexistente, obviamente de ferro. Aspecto e características: nunca cristaliza e se apresenta em forma terrosa, esponjosa, compacta, concrecionada, estalactita, mamelonar, botroidal ou pisolítica. Origem: rocha sedimentar. Diafaneidade: opaco. Fratura: concoidal, terrosa. Clivagem: não apresenta. Densidade: 2,70 a 4,30. Dureza: 4,5 a 5,5. Cor: amarelado, amarronzado e negro de ferrugem. Risco: amarelado ou amarronzado. Brilho: terroso, nacarado e fosco. Geralmente contém de 40 a 66% de ferro. O nome vem do grego, leimon = pântano, indica o ambiente que origina esta rocha, denominado de ferro de pântano. Uso: menos como minério de ferro, pigmentos, revestimento e construção civil. As amostras em tela são limonitas aglomeradas com cascalhos cristalinos. A especíme menor é ferromagnética. Esta rocha é conhecida na região de Uberaba MG, como Tapiocanga. Esta Igreja de São Domingo (em Uberaba) foi construída em 1.899 pelos Dominicanos com rocha Tapiocanga, uma rocha que é minério de ferro.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

MINÉRIO

COVELITA
Sulfeto de cobre. CuS. Sistema cristalino: hexagonal. Usualmente maciça, como revestimentos ou disseminações através de outros minerais de cobre. A covelita não é um minério abundante, mas é encontrado na maioria dos depósitos de cobre, usualmente como um revestimento, na zona de enriquecimento dos sulfetos. Morfologia: raramente em cristais hexagonais ou tabulares, mas apresentando lâminas estriadas. Clivagem: perfeita. Fratura irregular, concóide. Dureza: 1,5 a 2. Densidade: 4,7. Brilho: semimetálico a resinoso. Cor: azul-anil ou mais escura. Traço: cinza-chumbo a preto. Muitas vezes com iridescente. Diafaneidade: opaco. Composição química: Cu 66,4% + S 33,6%. Aspecto diagnóstico: magnética. Fusibilidade: fusível em 1085°C. Origem: magmática, associada a outros minerais de cobre, principalmente a calcocita, calcopirita, bornita e enargita, sendo derivada delas por alteração. Nome: em homenagem ao seu descobridor N. Covelli (1790 – 1829). Uso: importante minério de cobre. Amostra extraída numa profundidade de 522 metros ao nível do mar no município de Jaguararí – Bahia, e doada pela Mineração Caraíba S/A.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

MINERAL

ARGILA REFRATÁRIA
Um silicato de alumínio hidratado. Al4(Si4O10)(OH8). A argila é uma rocha e, como a maioria das rochas é constituída por certo número de diferentes minerais em proporções variadas. Entendemos como argila um material terroso, que se torna plástico ou pasta, quando misturado com água e de granulação finíssima (2 micron). Dureza: 2 a 2,50. Densidade: 2,60. Cor: branco, e quando for de outras cores, as impurezas ou óxidos dão a tonalidade. Aspecto diagnóstico: untuosa e plástica. Quando molhada, a argila deixa seu cheiro característico. Fusibilidade: não é fusível. Ensaio: insolúvel. Composição: Al2O3 39,5% + SiO2 46,5% + H2O 14%. Solubilidade: insolúvel. Resistência: é a propriedade das argilas após a secagem e da cozedura, de não sofrer deformações de seu aspecto, resistindo ao calor, impermeabilidade e corrosão. Origem: uma rocha sedimentar, composta pela destruição e alteração química de rochas eruptivas, metamórficas e mesmos sedimentares. Usos: tijolos e uma gama de soluções em revestimentos refratários. Amostra extraída em Uberaba – Minas Gerais e doada pela mineradora Magnesita S/A.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

MINERAL

ANIDRITA

Sulfato de cálcio anidro. CaSO4. Sistema cristalino: ortorrômbico – bipiramidal. É o nome de uma rocha salina e do mineral que constitui esta rocha e não tendo sabor amargo. Frequentemente associada ao gesso, ela própria se transforma em gesso devido à absolvição de água. Hábito: encontra-se em massas cristalinas maciças, densas, de granulação fina, granuladas, fibrosas, tabulares, ou lamelares, mas os cristais belos são raros. Fratura: estilhaçada, quebradiça. Clivagem: perfeita. Brilho: vítreo, perláceo ou grasso. Cor: branco, azul, violeta, cinza escuro. Risco: branco. Diafaneidade: translúcida, opaca e raramente transparente. Aspecto diagnóstico: caracterizam-se por suas três clivagens em ângulos retos. Dureza: 3 a 3,5. Densidade: 2,90. Distingue-se da calcita por sua densidade mais elevada e do gipso, por sua dureza. Origem: sedimentar, como resultado da evaporação da água do mar, associado ao gesso, halita, calcita e outros sais minerais. Anidrita: do grego, quer dizer, sem água. Uso: utiliza-se para a fabricação de adubos, e para obtenção do ácido sulfúrico e do enxofre. Ocorrências: Alemanha, Áustria, Brasil, EUA, México, Polônia e Suíssa. Amostra mineral extraída em Trindade – Pernanbuco, e doada pela mineradora Alencar e Parente Mineração Ltda.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

MINÉRIO

ILMENITA
Óxido de ferro e titânio. Sistema cristalino: trigonal – romboédrico. Fórmula química: FeTiO3. A Ilmenita é um mineral fonte de dióxido de titânio. O titânio é um mineral que apresenta elevada resistência a corrossão e valor em relação à resistência para com o seu peso. Por isso é utilizado na fabricação de pigmentos de tinturas, vernizes, papel, borracha, esmalte para porcelanas, fibras, próteses ósseas, implantes dentários, instrumentos cirúrgicos, estruturas aeronáuticas, motores e turbinas. Morfologia: cristais tabulares espessos, maciço e compacto, também granulares e como areia. Composição: Fe 36,80% + Ti 31,60% + O 31,60%. Brilho: metálico a submetálico. Cor: preto de ferro. Traço: preto a vermelho acastanhado. Fusibilidade: infusível. Dureza: 5,5 a 6. Densidade: 4,70. Diafaneidade: opaco. Clivagem: nenhuma. Fratura: concoidal e irregular. Seu nome provém da denominação geográfica Montanhas de Ilmenski, na Rússia. Encontrada no Canadá, EUA, Finlândia, India, Noruega e Rússia. No Brasil ocorre na Bahia (Curumuxatiba, Mucuri e Porto Seguro), Espírito Santo (Aracruz, Guaraparí, Piúma e Serra), Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo. Amostras colhidas em Floresta – Pernanbuco.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

MINERAL

GIPSITA
Sulfato de cálcio hidratado.  CaSO42H2O. Sistema cristalino: monoclínico-prismático. Porcentagem química: 32,6% CaO + 46,5% + SO3 + 20,9% H2O. Clivagem: perfeita em três direções, produzindo facilmente lâminas delgadas, com superfície concóide. Fratura: fibrosa e irregular. Dureza: 2. Densidade: 2,32. Brilho: usualmente vítreo, podendo ser nacarado e sedoso. Cor: incolor, branco, cinzento, podendo ser amarelo, vermelho, castanho, por causa das impurezas. Diafaneidade: Transparente a translúcido. Traço: branco ou transparente. Fusibilidade: fusível. Morfologia: forma compacta, fibrosa, tabular ou com cristais maclados (em ponta de lança). Ocorrências: a gipsita é um sulfato comum, encontrando-se em depósitos sedimentares extensos em todo o mundo. Uso: a gipsita é usada principalmente para produção do gesso, cimento, ácido sulfúrico, giz, vidro, esmalte e na produção de cerveja e como corretivo de solo. A sonda Opportunity detectou gipsita em Marte, uma evidência em que houve movimentação de corrente de água na superfície do planeta no passado. Amostras minerais extraídas em Trindade-PE e doadas pela mineradora Alencar e Parente Mineração Ltda. 

sábado, 18 de outubro de 2014

MINERAL

LEPIDOLITA
Um fluossilicato de potássio, lítio e alumínio. K2Li3Al3(AlSi3O10)2(O,)OH,F)4. Sistema cristalino: monoclínico – prismático. A lepidolita faz parte do grupo das micas. Os cristais de lepidolita são raros. Os cristais apresentam-se, usualmente, em placas pequenas ou prismas com contorno hexagonal. Também em agregados de escamas de granulação grossa a fina. Aspectos diagnósticos: caracterizada principalmente por sua clivagem micácea e, usualmente, por sua cor que vai do lilás ao róseo e branco acinzentado. Dureza: 2,5 a 4. Densidade: 2,8 a 3. Brilho: perláceo. Diafaneidade: translúcido a opaco. Clivagem: perfeita. Fratura: desigual. Traço: branco. Hábito: micáceo.  Composição química: K2O 12,13% + Li2O 7,70% + Al2O3 13,13% + SiO2 61,89% e H2O 2,32%. Ocorrência: formado por processos magmáticos. É encontrado principalmente em agregados graníticos ou pegmatitos. Ocorre associado com outros minerais portadores de lítio, como o espodumênio. Uso: uma fonte de lítio. Usado na fabricação de vidro, cerâmica, bateria. Nome: derivado de uma palavra grega significando escama.

MINERAL

TROCTOLITA

Esta é uma rocha formada por cristalização do material fundido (magma subterrâneo), que emerge para a superfície. É uma mistura de silicatos, que contém além do silício e oxigênio outros numerosos elementos (cálcio, sódio, ferro e potássio). Estes combinam, durante o resfriamento do magma ou a lava, formando os silicatos minerais. A troctolita tem a composição química similar a dolerita e o gabro (possui um total de sílica inferior a 55% e menos de 10% de quartzo). Contém uma proporção elevada de plagioclásio e pouco de piroxênio. A olivina é também um mineral comum. Cor: geralmente cinzento escuro e com manchas. Textura: grosseiramente granulado para médio. Geralmente os grãos são do mesmo tamanho. Origem: plutônica, em um ambiente onde o magma arrefece lentamente, permitindo a formação de cristais, sem restrição, tal como o plagioclásio. Este espécime mineral foi extraído pelo geólogo José Ivonez Alexandre, no bôjo do Vulcão Osorno, na cidade de Puerto Varas, no Chile. Na foto de baixo, eu, diante dos Vulcões Osorno e do Calbuco, quando fazia pesquisas de minerais em 2005.

domingo, 5 de outubro de 2014

MINERAL

QUARTZITO



Sistema cristalino: romboédrico. Composição química: silicosa. SiO2. Um quartzito, como o nome indica, é uma rocha compacta, composta essencialmente de quartzo. Deriva de um arenito por metamorfismo e de recristalização intenso, ou seja, de uma cimentação após diagênese do arenito. O quartzito distingue-se de um arenito pelo exame da fratura; em um quartzito, a fratura passa através dos grânulos e nos arenitos, entre eles. Seu principal mineral é o quartzo (areia). Outros minerais constituintes podem ser a moscovita, a biotita, a sericita, a turmalina e a dumortierita.  Clivagem: não possui. Fratura: concoidal e irregular. Estrutura: maciça e foliosa. Textura: granoblástica a granolepidoblástica. Tipos de metamorfismo: regional e de contato. Brilho: vítreo e de aspecto graxo. Dureza: 7,5. Densidade: 2,65. Risco: branco. Diafaneidade: opaco. Origem: rochas metamórficas. Cor: são geralmente brancos, cinzentos claros, amarelados ou acastanhados. Qualidades: Antiderrapante, alta resistência mecânica, resistente ao aquecimento do sol e alta resistência à ação de produtos químicos. É uma rocha comum e distribuída amplamente. A primeira foto é de um quartzito de “grãos finos” do município de Sete Lagoas-MG, e as fotos seguintes são quartzitos róseos de “grãos médios”, de rua, meio fio e placas de passeio com marca de pegada de dinossauro em Uberaba-MG.

domingo, 21 de setembro de 2014

MINÉRIO

PRATA NATIVA
A prata cristaliza-se no sistema cúbico e seus cristais (hábitos) podem ser cubos, dodecaedros ou octaedros. Entretanto, eles são raros e a prata normalmente ocorre em forma compacta como pepitas ou grãos e geralmente possa ser encontrada como agregados acicular, fibroso, dendrítico ou irregular. Composição química: 100% Ag. Nome vem do latim: argentum = prata. Diafaneidade: opaco. Cor: cinza prateada, inclusive em pó. Clivagem: não tem. Fratura: rugosa, serrilhada. Brilho: intenso brilho metálico. Rastro: cinza. Fusibilidade: fusível (960ºC). Dureza: 2,5 a 3. Densidade: 10,5. Origem: rochas ígneas, sedimentares e depósitos hidrotermais. É o metal que melhor conduz a eletricidade e o calor. A prata está contida em 129 minerais, sendo extraída de muitos deles, como acantita, argentita, pirargirita, cerargirita, polibasita, silvanita, stromeyerita, tetraedita, pearceíta, proustita, stephanita, tennantita, galena argentífera e a prata nativa. Os principais países produtores são: México, Peru, China, Austrália, Chile, Bolívia e Brasil. Usado em moedas, joias, utensílios domésticos, fotografia, radiologia, eletrônica e confecção de espelhos.

sábado, 20 de setembro de 2014

MINERAL

PERIDOTO
Olivina e também crisólita. Silicato de ferro e magnésio. SiO4. Sistema cristalino: ortorrômbico. O peridoto tem as cores verde-oliva (daí o nome), verde-amarela e acastanhada. Encontra-se, principalmente, nas rochas ígneas, ferro-magnesiana, escuras, como o garbo, o peridotito e o basalto. Uma rocha conhecida como dunito é constituída quase inteiramente de olivina. Encontrada também em grãos cristalinos, vítreos, em alguns meteoritos. Morfologia: em agregados granulares, soltos um dos outros e de pequenas dimensões. Fusibilidade: infusível. Brilho: vítreo e graxo. Dureza: 6,5 a 7. Densidade: 3,35. Traço: branco. Clivagem: imperfeita. Fratura: concóide, frágil. Diafaneidade: transparente a translúcida. Origem: rochas magmáticas. Foi utilizada como gema desde os tempos antigos, no oriente. Hoje é encontrada em Mianmar, Austrália e Brasil. Também nas lavas do Vesúvio e nos aluviões do Triângulo Mineiro em Minas Gerais. Peridoto é um nome antigo e olivina o atual. É uma gema preciosa.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

MINERAL

LABRADORITA
Aluminossilicato de cálcio e sódio. (Na,Ca)Al1-2Si3-2O8. Estrutura cristalina: triclínico. Membro da série dos feldspatos plagioclásios. A família da labradorita (feldspatóides) compreende a albita, oligoclase, andesina, bytwnita, anortita, ortoclase, sanidina, anortalase, microclina, etc. Composição química: Na2O 4,56% + CaO 12,38% + Al2O3 30,01% + SiO2 53,05%. Hábito: prismático. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular e concoide. Brilho: vítreo a nacarado. Dureza: 6 a 6,5. Densidade: 2,7. Traço: branco. Morfologia: agregados esfoliantes, massas compactas e granulares. Cores: cinza, preto, branco, incolor, azul. Ocorrências: rochas magmáticas e metamórficas. Diafaneidade: transparente a opaco. Seu efeito iridescente é chamado de Schiller ou labradorescência. A iridiscência é resultado de intercrescimento lamelar como consequência de mudanças de fase ocorrida durante o arrefecimento. Foi descoberta em Labrador, Canadá. Utiliza-se em joias e adorno.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

MINÉRIO

TETRADIMITA
Sulfeto de bismuto. Bi2Te2S. Sistema cristalino: trigonal. Ocorrem raramente no estado nativo, não muito abundante, mas frequentemente associado a outros minerais, podendo conter chumbo, ferro e cobre. É o 73º elemento em quantidade na crosta terrestre. Cor: cinzento-aço-claro, com tendência para o preto e iridescente. Brilho: metálico. Diafaneidade: opaco. Dureza: 2. Densidade: 7,3. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular. Ponto de fusão: 271°C. Risco: marron. Morfologia: cristais piramidais, agregados de lâminas curvas, maciças e esfoliantes. Origem: ígnea, hidrotermal e em contato com depósitos metamorfizados juntamente com o ouro, hessita, calaverita, pirita e outros minerais. São maus condutores de eletricidade e de calor. É um mineral pesado, frágil, quebradiço, ao contrário dos metais que são maleáveis e dúcteis, tendo aspecto metálico e um pouco de iridescência. É um metal muito barato considerando a sua escassez (igual ao ouro) e dificuldades em encontrar. Pouco utilizado na indústria e na medicina. O bismuto é o último elemento a se deteriorar no universo.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

MINERAL

ZIRCÃO

Silicato de zircão. Zr(SiO4). Sistema cristalino: tetragonal de prismas curtos de quatro faces, com terminações piramidais. Zircão, nome Persa que quer dizer zarkum = dourado. Encontrado, frequentemente, sob a forma de grãos arredondados, nas areias das praias e dos rios. Quando transparente serve como gema. Os coloridos acastanhados e laranja-vermelhos são chamados jacinto. No caso de pedras incolores, amareladas ou enfumaçadas, é nomeado jargão. Já a variedade azul é estarlita. Aspectos diagnósticos: reconhecido por seus cristais característicos, cor, brilho, dureza e densidade relativa elevada. Fusibilidade: infusível. Composição química: ZrO2 67,2% + SiO2 32,8%. Traço: branco. Brilho: adamantino resinoso. Clivagem: imperfeita, inexistente. Fratura: concóide. Cores: preto, amarelo, verde, marron, castanho, e vermelho. Dureza: 7,5. Densidade: 4,70. Diafaneidade: transparente, translúcido e opaco. Origem: rochas ígneas. Usualmente, é o primeiro silicato a cristalizar-se quando um magma se resfria. Fluorescência: azul muito fraco, alaranjado claro, amarelo escuro. Frequentemente radioativo por conter um pouco de urânio e tório.

MINERAL

KUNZITA
Um silicato de lítio e alumínio. LiAl(Si2O6). Sistema cristalino: monoclínico, prismático. Composição química: Li2O 8,0% + Al2O3 27,4% + SiO2 64,6%. A kunzita faz parte do grupo do espodumênio. Cristais prismáticos, achatados e estriados profundamente no sentido vertical. Usualmente cristais grossos e com as faces corroídas, alguns muito grandes. Quando rosada ou lilás recebe a denominação de kunzita. Na cor verde é uma hiddenita e no caso de amarelada recebe o nome de trifana. Dureza: 6, 5 a 7,5. Densidade: 3,20. Clivagem: perfeita. Fratura: desigual. Diafaneidade: transparente a translúcido. Luminiscência: laranja. Traço: branco, incolor. Cores: branco, cinza, rósea, amarelo e verde. Fusibilidade: fusível. Brilho: vítreo a mate. Origem: magmática e hidrotermal. A palavra kunzita vem do nome G. F. Kunz, o gemólogo americano que a descreveu.

MINÉRIO

PIRITA
Sulfeto de ferro. FeS2. Sistema cristalino: isométrico, diploédrica. Frequentemente em cristais. As formas mais comuns são o cubo, tendo as faces usualmente estriadas. As estrias nas faces adjacentes são perpendiculares entre si (estrias tríglifas) e também com combinações de diversas formas cristalinas. Propriedade física: quebradiça. Composição química: Fe 46,6% + S 53,4%. Dureza: 6,5. Densidade: 5. Brilho: metálico reluzente. Cor: amarelo do latão, pálido. Traço: esverdeado ou preto-acastanhado. Diafaneidade: Opaco. Clivagem: imperfeita. Fratura: desigual e concoidal. Fusibilidade: fusível. Origem: rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares. A pirita é o principal minério de enxofre e para fabricar o ácido sulfúrico. Devido ao seu brilho metálico e a sua cor amarelo-dourada, recebeu o apelido de ouro-dos-tolos, ironicamente, contudo, pequenas quantidades de ouro podem às vezes ser encontradas disseminadas nas piritas. Também, pode conter arsênico, níquel, cobalto e cobre. O nome pirita vem do Grego pyr, que significa fogo.

MINERAL

ESPATO DA ISLÂNDIA
Um carbonato de cálcio. CaCo3. Sistema cristalino: romboédrico, trigonal. Composição química: CaO 56,0% + CO3 44,0%. É uma forma curiosa e rara da calcita pura. Os seus cristais transparentes são dotados da propriedade de refletir a luz de duas maneiras distintas, o que dá duas imagens de um mesmo objeto. A calcita é um dos minerais mais espalhado dos carbonatos de cálcio. Na natureza, encontra-se em múltiplos aspectos, e a variedade de suas formas cristalinas é muito peculiar. Foram já descritas mais de 300 formas diferentes. A calcita é depois do quartzo, o mineral mais abundante da crosta terrestre. Dureza: 3. Densidade: 2,7. Excitação: fluorescente. Clivagem: perfeita. Fratura: concoidal. Cor: branco, preto, amarelo, verde, marron, azul, laranja, rosa, violeta e púrpura. Traço: branco ou incolor. Brilho: vítreo ou nacarado. Fusibilidade: infusível. Diafaneidade: transparente a opaco. Ocorrências: rochas magmáticas, metamórficas, sedimentares e hidrotermais. Aplicação: Ótica e construção civil. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

MINÉRIO

DISCRASITA
É um mineral do grupo dos sulfetos. Ag3Sb. Sistema cristalino: ortorrômbico. Um dos minérios de prata menos frequente. E pode conter minerais de arsênio e antimônio. Cor: branco prateada, adquire uma cor amarelada ou preta quando embacia. Risco: prata branco. Brilho: metálico. Dureza: 3,5 a 4. Densidade: 9,70. Diafaneidade: opaco. Clivagem: boa. Fratura: irregular. Morfologia: cristais piramidais, prismáticos, granular e maciço. Origem e ocorrências: hidrotermal em filões de minérios, associado a prata, stibrasen, pirargirita, calcita e outros minerais. As melhores espécimes são provenientes dos filões das jazidas de prata.  

MINÉRIO

GALENA
Sulfeto de chumbo. PbS. Cristalografia: isométrico, classe hexaoctaédrica. Composição química: Pb 86,6% + S 13,4%. Morfologia: a forma mais comum é o cubo. Dar-se o dodecaedro e trioctaedro e mais as suas complexas combinações, cristais tabulares, agregados esqueléticos e geralmente em massas compactas e finamente granulados. Clivagem: perfeita. Fratura: frágil. Dureza: 2,5. Densidade: 7,5. (obs.; o elemento chumbo, puro na natureza, a dureza é 1,5 e a densidade é de 13,4). Brilho: metálico reluzente. Cor: cinza do chumbo. Traço: cinza. Fusibilidade: fusível. Origem: rochas magmática, metamórfica, sedimentar e hidrotermal. A galena (um mineral) pode ser reconhecida facilmente por sua boa clivagem, densidade relativa elevada, maciez e traço cinza de chumbo. Ocorrências: podem ser encontrada associada com a esfalerita, pirita, marcassita, calcopirita, cerussita, anglessita, dolomita, calcita, quartzo, barita e fluorita. A galena pode conter na sua formulação, prata, zinco, cádmio, antimônio, bismuto e cobre. É o mais importante minério de chumbo. 

domingo, 10 de agosto de 2014

MINERAL

FELDSPATO



Ou o mesmo que ortoclásio. Cristalografia: triclínico, monoclínico. Os feldspatos constituem os grupos de minerais mais abundantes na crosta terrestres (cerca de 60%) e compreendem os silicatos de alumínio combinados com sódio, potássio, cálcio e, eventualmente bário. Os principais minerais são adulária, albita, andesina, anortita, bytownita, labradorita, microclina, oligoclásio, orthose, ortoclásio e sandinita. Composição química: NaAlSi3O8. (albita) e KAlSi3O8 orthose. Hábito: tabular. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular a concoidal. Traço: branco. Dureza: 6 a 6,5. Densidade: 2,54 a 2,76. Brilho: vítreo a nacarado. Cor: incolor, branco leitoso, esverdeado, amarelo, vermelho carne, cinza e róseo. Diafaneidade: transparente, translúcido a opaco. Origem: em rochas ígneas e metamórficas. Usos: em cerâmicas, porcelanatos, vidros e tintas, etc. Na sequência, a primeira pedra é albita, a segunda é anortita e a terceira é andesina.

domingo, 3 de agosto de 2014

MINERAL

QUARTZO LEITOSO

Da cor do leite. Dióxido de silício (SiO2). Sistema cristalino: trigonal. Composição: proporção de 46,7% de Si + 53,3% de O.  É provavelmente um dos minerais mais comuns na crosta terrestre e pode ser encontrado em qualquer lugar. A cor branca é causada por inclusões de bolhas minúsculas de gás e/ou água caracterizando a cor leitosa. Brilho: vítreo e gorduroso. Fratura: concoidal. Clivagem: indistinta. Dureza: 7. Densidade: 2,65. Fusibilidade: fusível. Risco: branca. Propriedades: piezoelétrica e piroelétrica. Hábito: granular, prismático, compacto, etc. Ocorrências: foi gerado por processos metamórficos, magmáticos e hidrotermais. Utilizado: fabricação de vidro, esmalte, saponáceos, dentifrícios, abrasivos, fibra ótica, reflatários, cerâmicas e peças ornamentais e de enfeites. Amostras brutas de Perdizes - MG.